Aproximação do “lápis” a partir da motivação

Há crianças que são muito resistentes às atividades gráficas e nos faz quebrar a cabeça para fazer essa aproximação.

Durante a sessão muitas coisas acontecem antes mesmo de conseguirmos apresentar à criança a proposta da atividade preparada.

Nessa série de fotos que estou postando vocês verão que meu pequeno está totalmente envolvido com o canetão e muito mais com a história que criamos do gigante Robô e o robozinho.

Ás vezes me perguntam como iniciar essa construção. A grande técnica é você ter em mente as metas que quer alcançar e entrar no play livre de auto pressões e cobranças. Entre no play, pronta para brincar e se divertir com a criança e a siga.

Como esse pensamento você se sentirá aberta para o que vier e  muito confortável para deixar fluir sua criatividade. A atitude de “pegar carona” no interesse da criança é fantástica.

Quem não está acostumada às técnicas da abordagem relacional pode não conseguir enxergar a riqueza de aquisições das crianças nesse momento, a proposta terapêutica e como é feito o registro dos resultados.

Quanto tempo de interação tivemos?

Quantos contatos de olhos?

Qual a duração e qualidade desse olhar?

Bom, vejam as fotos e como tudo começou, rs

Começou assim....

Começou assim….

Surge o Robô gigante

Surge o Robô gigante

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Pedi ajuda para desenhar..

Pedi ajuda para desenhar..

Repare a preensão da caneta

Repare a preensão da caneta

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Estava muito concentrado e também falando que ia fazer o cabelo

Estava muito concentrado e também falando que ia fazer o cabelo

Surge o robozinho e olhem que fofo....reproduz  ao lado....igualzinho

Surge o robozinho e olhem que fofo….reproduz ao lado….igualzinho

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Escolheu um nome...

Escolheu um nome…

Muto Prazer!

Muto Prazer!

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